A maioria dos bandeirantes eram compostos por índios (escravos e aliados), caboclos (mestiços de índio com branco) e alguns
brancos, que eram os capitães das bandeiras.
Os caboclos, ou seja, descendentes de casais de
índios e brancos, eram os principais elementos do grupo,
pois eram a ligação direta entre o colonizador branco (português) e o nativo, o índio, que conhecia as terras. Os bandeirantes paulistas, devido à sua pobreza, não podiam adquirir escravos africanos e escravizavam, por isso, os indígenas. Além do português, os bandeirantes também falavam a língua tupi e, com ela, nomearam vários lugares por onde passaram, denominações estas que, muitas vezes, persistem até hoje.
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